16 septembre 2004
.::Sem Título::.
Eu me recolhendo á concha para escrever. Que
concha? Essa minha concha de cacófagos. Estou de brincar hoje. Estou de
brincar. acabo de passar no mui blog de uma amiga. Janaína. Como
escreve a menina! Dá gosto. Gerações de gênios se escondem ali, naquela
cabecinha de vento. Mas vento morninho, desses que convida para passear.
Fugindo...Estou naquela. Poesia que é bom nada. Minha não-poesia se aparta de mim com a ferocidade de uma discussão passional. Estou naquela. Projetos, projetos. Ela , que é bom, só amanhã. E tenho de tirar esse cavanhaque...
Efemérides de lado, deixei-me hoje. Nada mais normal. Estou naquela. Tem um mundo me dizendo que eu estou olhando para o lado errado. Talvez...ECEL vem aí e eu aqui, desconexo. Talvez seja ânsia. Espera. A ciência do tempo é que nos mata. Tão moroso em obtê-lo, tão fugaz em mantê-lo. Mas não sou filósofo. Tenho ânsias de pensador, mas eu nem isso. E chega! Chega dessa prosa de desencontros.
Fugindo...Estou naquela. Poesia que é bom nada. Minha não-poesia se aparta de mim com a ferocidade de uma discussão passional. Estou naquela. Projetos, projetos. Ela , que é bom, só amanhã. E tenho de tirar esse cavanhaque...
Efemérides de lado, deixei-me hoje. Nada mais normal. Estou naquela. Tem um mundo me dizendo que eu estou olhando para o lado errado. Talvez...ECEL vem aí e eu aqui, desconexo. Talvez seja ânsia. Espera. A ciência do tempo é que nos mata. Tão moroso em obtê-lo, tão fugaz em mantê-lo. Mas não sou filósofo. Tenho ânsias de pensador, mas eu nem isso. E chega! Chega dessa prosa de desencontros.
[dO.Ob] ...
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